terça-feira, 1 de junho de 2010

abandono seu

diga-me para ir embora me abandone
cuspa este sangue sujo em mim
nao fiz por merecer este tesouro
enquanto todos temerem o real eu continuarei sendo o rei deste mundo podre!
tire as correntes dai
me prenda na cama de espinhos me corrompa
reescreva minha verdade
tudo parece tão bonitomas tudo é tão banal que pretendo me jogar num livro velho e nunca mais sair dali.
me abandone
me mande ir pra bem longe
eu prometo não voltar a resirar por aqui.